21 janeiro 2006

 

Sábado, 21 de Janeiro 2006 - A força do testemunho

Os adoradores são testemunhas de que Cristo há-de ser proposto a todos com confiança. Neles arde o desejo de que o ?Amor seja amado? como bem o viveu Santa Teresa de Jesus e como o grande apóstolo Paulo que testemunhou: ?Fiz-me tudo para todos, para salvar alguns a todo o custo? (1 Cor 9,22).Ao recomendar tudo isto, penso no testemunho de tantos santos e santas que viveram por amor a Deus e para agradá-lo. Porque não haveria de o ser também no nosso século? Por que não sermos nós as testemunhas de hoje de que vale a pena oferecer toda a nossa vida para o Senhor? Talvez estivéssemos um pouco habituados a ver os mártires e santos de longe, como se se tratasse de algo do passado. Nossa sociedade de hoje precisa deste testemunho eloqüente daqueles que adoram o Senhor, que são transformados por ele e que buscam a sua face para assim mostrar aos homens do nosso tempo que é possível viver o Evangelho em situações de hostilidade e perseguição, de violência e dor. Nos santos, a palavra de Deus, semeada em terra boa, produziu o cêntuplo (cf. Mt 13,8. 23). Com o seu exemplo, indicaram-nos e de certo modo aplanaram-nos a estrada do futuro. A nós, resta-nos apenas seguir as suas pegadas e testemunhar nosso amor pelo Senhor.
Seu irmão em Cristo,
Pe. Jonas

05 janeiro 2006

 

Arcebispo publica Cartilha do Amor e inaugura Toca de Assis

Na missa de Inauguração do Projeto Toca de Assis em Porto Alegre, que aconteceu em Missa Solene na Catedral Metropolitana, o Arcebispo afirmou que quando o Espírito Santo suscita nas pessoas um carisma novo, o dom para a Igreja Católica acaba somando e não dividindo, como acontece em muitas outras igrejas cristãs. Na ocasião, o Pe. Roberto Lettier, fundador da obra Toca de Assis, disse que ?nós, católicos, não poderemos deixar os irmãos de rua apodrecendo, sobretudo defronte a uma catedral católica?. Disse ainda que ?onde os pobres são amados está o Reino de Deus?. Fez ainda, na homilia, um alerta para o cuidado do acúmulo das riquezas. Declarou que ?os filhos da pobreza ? como chama os membros do Toca de Assis ? não são uma ONG, nem um grupo assistencialista?. ?Estamos aqui, em Porto Alegre, para viver o Evangelho?, sentenciou. Na missa, Pe. Roberto apresentou dois moradores de rua já acolhidos na casa Toca de Assis, que terá sede na Rua Dr. Timóteo, número 31, e abrigará aproximadamente 30 assistidos, sobretudo os mais enfermos, idosos e desvalidos da sociedade. O carisma da obra trabalha sobretudo com moradores adultos, de 40 anos para cima. Três jovens já estarão atuando na obra aqui em Porto Alegre: Ir. Emaús, Ir. Bernardo e Ir. Domingos. O projeto prevê a ajuda da comunidade portoalegrense, não só materialmente, mas de apoio e articulação do amor evangélico aos pobres de rua.
A Cartilha, mais branda que outras, vem de encontro ao clima natalino de cordialidade, fraternidade e vivência cristã recíproca, sem, contudo, deixar de ser profética, trazendo exigências bem concretas. ?Vestir o pijama de dia é por o pé na cova?, afirma o autor ao se referir ao ídolo do ócio, considerado a mãe de todos os vícios. ?É preciso saber ocupar-se?, reflete o Arcebispo. A Cartilha do Amor se encontra disponível nas livrarias católicas da capital gaúcha ou poderá ser encomendada por meio da PASCOM (fone 0xx51 3222 0379).

 

Canto gregoriano de volta à Missa

O canto gregoriano prepara-se para volta do ?exílio? litúrgico a que tem sido votado por vontade expressa da Santa Sé.Segundo a agência italiana ?Chiesa?, Valentino Miserachs Grau, o músico catalão que preside ao Instituto Pontifício de Música Sacra, voltou a pedir a recuperação do gregoriano nas celebrações eucarísticas, durante as últimas jornadas anuais de estudo de música sacra.Bento XVI, sabe-se, é um amante da música e muito crítico do caminho que seguiu a música pós-conciliar. O Papa escreveu muitas vezes sobre a intenção de devolver ao seu lugar, na liturgia, a ?grande música?, como o canto gregoriano, a grande polifonia ou a música do Renascimento e do Barroco.O Cardeal Francis Arinze, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, também já se manifestou contra ?modas musicais? que são seguidas em muitas comunidades, considerando que as mesmas são ?descontroladas, banalizadoras? e que ?não fazem nenhum bem à liturgia?.

 

Taizé continua em comunhão com Roma

O Irmão Aloïs, sucessor de Frère Roger à frente da Comunidade ecumênica de Taizé, foi hoje recebido no Vaticano por Bento XVI, em audiência privada. O encontro foi anunciado pela sala de imprensa da Santa Sé, que não oferece nenhum outro detalhe.O novo prior de Taizé orientou na passagem de ano, pela primeira vez, um Encontro Europeu de Jovens, reunião para a qual o Papa fez chegar uma mensagem em que homenageava "o espírito de fraternidade e de paz" vivido nestes encontros.Pouco antes da sua morte, Frère Roger tinha escrito ao Papa, manifestando-lhe o desejo de ir quanto antes a Roma para encontrar-se com Bento XVI e assegurar que "a nossa Comunidade de Taizé deseja caminhar em comunhão com o Santo Padre". Obs: Irmão Alois a direita do Irmão Roger. (foto)

04 janeiro 2006

 

Celina Borges

Duas Músicas de Celina Borges para os admiradores. http://www.celinaborges.com.br/mp3/diamante_lapidado.mp3 http://www.celinaborges.com.br/mp3/tudo_posso.mp3
 

A ARTE SAGRADA DOS ÍCONES

Desde o aparecimento dos ícones na história da Igreja, estes não eram considerados como uma mera obra artística. Os primeiros iconógrafos, tratavam de retratar com cores e pinturas o que os Evangelhos expressavam com palavras (Concílio de Nicéia II). Contudo, os ícones e, em geral, a cultura bizantina, é uma mescla de cultura, arte, historia, fé... que se faz viva no coração dos habitantes do Império. Desde os Imperadores até a pessoa mais humilde, viviam a experiência dos ícones como expressão da fé de um povo que experimentava diariamente a intervenção de Deus, da Theotokos e dos Santos na sua vida cotidiana, tal como viviam as primeiras comunidades cristãs de Jerusalém. Toda a cultura bizantina: arquitetura, escultura, pintura, bordados e manuscritos, entre outros, está iluminada por essa fé que impregna cada uma das atividades e da vida dos habitantes do Império.

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